sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Concurso Verde Amarelo 2013 - Modalidade Telegrafia

Christian Câmara (PY3XX) e Miguel Zimmermann(PY3MM) - Planejamento e estudo.
O Clube de Radioamadores do Colégio Militar de Porto Alegre está participando do Concurso Verde Amarelo (CVA 2013), em sua 54ª edição.

O CVA é um concurso de radioamadores promovido pela Escola de Comunicações (EsCom) do Exército Brasileiro que, atualmente, localiza-se na cidade de Brasília-DF. A EsCom opera a estação rádio de indicativo PT2CVA.

Sendo um dos mais conceituados concurso de radioamadores nacionais, o CVA é realizado todos os anos nos terceiro e quarto finais de semana do mês de agosto em comemoração à Semana Soldado. No terceiro final de semana de agosto ocorre a modalidade de telegrafia onde as estações rádio participantes realizam contato utilizando-se do código Morse, exclusivamente. No quarto final de semana de agosto ocorre a modalidade de fonia, exclusivamente.

Lucas Azeredo(PU3LTA) - Participação e aprendizado.
A finalidade dos participantes do concurso é manter contato, através de equipamento rádio, com o maior número possível de radioamadores, do país e do exterior. O Clube de Radioamadores do CMPA participa do CVA 2013 na categoria sub-diretora militar, onde a estação rádio precisa estar instalada e operando no interior de uma organização militar. O indicativo de trabalho da estação rádio do CMPA é PY3CM.





Christian Câmara(PY3XX) - Experiência e competência na operação da estação rádio.
Para participar do CVA 2013, o Clube de Radioamadores do CMPA solicita o empréstimo das instalações da estação rádio fixa do 1º Centro de Telemática de Área, que localiza-se em área privilegiada para a emissão e recepção de sinais rádio e possui campo de antenas de alto rendimento. A estação rádio do 1º CTA fica em área contígua à 1ª Divisão de Levantamento no Morro Santa Tereza.
Miguel Zimmermann(PY3MM) e Cap Bruscato(PY3TT) - Sintonia da antena quadra cúbica.





Visando a integração com entidades congêneres o Clube de Radioamadores do CMPA conta com apoio dedicado e decisivo de radioamadores da Escola Técnica Parobé, com os quais muito aprendemos pela sua larga experiência em planejamento, construção, instalação e operação de antenas e equipamentos rádio.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência.


    Vocês conhecem algum trabalho de educação extra curricular onde os alunos aprendem ciências usando ferramentas, ferro de solda, equipamento eletrônicos, etc. e onde produzem "jóias" de material de informática reciclado? Qualquer semelhança da reportagem publicada abaixo, que foi extraida do site Terra-tecnologia, com os Clube de Radioamadores e Clube de Robótica do CMPA NÃO é mera coincidência.

"Adolescente de Serra Leoa cria bateria com lixo e vai parar no MIT"

Bateria é uma combinação de metal, soda e ácido envolvidos com uma fita. Foto: Reprodução

 Bateria é uma combinação de metal, soda e ácido envolvidos com uma fita

    Um adolescente de 16 anos de Serra Leoa que aos 13 anos criou baterias e geradores usando materiais encontrados no lixo e ao redor das casas onde vivia é a pessoa mais jovem na história a ser convidada para o Programa de Visitação Profissional do Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos mais importantes centros de tecnologia do mundo. O jovem Kevin Doe é um engenheiro totalmente autodidata e vem encantando os especialistas. As informações são do Huffington Post.
     Doe administra sua própria rádio na comunidade onde vive em Serra Leoa, onde transmite jogos, notícias e música. A rádio é alimentada por um gerador criado a partir de um estabilizador de tensão que estava se deteriorando. O garoto criou também uma bateria para levar energia às casas da região onde mora. "A luz vem uma vez por semana, e no resto do mês, escuro", disse o adolescente, que criou a bateria para iluminar a comunidade nos momentos em que não havia energia.
O MIT descobriu o adolescente durante um salão de inovação internacional organizado em Serra Leoa. O doutorando David Sengeh foi quem reconheceu as habilidades de Doe. "É muito inspirador. Ele criou um gerador porque precisava", disse.
    Em setembro, ele participou de uma feira de inventores em Nova York e participou de um painel com outros quatro jovens americanos. Agora, Doe será um profissional residente no MIT e um expositor convidado em Harvard. Ele deve levar esse conhecimento de volta à sua comunidade. "Tudo que eu aprender aqui vou compartilhar com meus amigos, colegas e entes queridos", disse.


     Nossos parabéns ao jovem Kevin Doe por descobrir na ciência seu melhor potencial educacional.

Porto Alegre-RS, 21 de novembro de 2012
Gentil César Bruscato - 1º Ten QAO
Coordenador do Clube de Radioamadores do CMPA

 

 

 

 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O Código Morse está em Marte..


O robô-laboratório Curiosity, lançado pela NASA, deixa pegadas em Código Morse.

     
    A cada dia que passa mais nos sentimos orgulhosos de divulgar e ensinar "a magia dos pontos e traços", o código Morse.  Depois de tomar conhecimento do experimento do Instituto de Tecnologia de Fukuoka no Japão com a ideia de escrever o código Morse no espaço com o FITSAT-1, hoje ficamos sabendo que, até a NASA rendeu-se a reconhecer mais uma das intermináveis maneiras de utilizar o código Morse.
    
    Abaixo reproduzimos texto do sítio eletrônico de notícias do terra.
   

JPL fala sobre código morse que sonda deixa em Marte


Furos nas rodas da sonda Curiosity têm sua utilidade - mas formato não foi escolhido ao acaso. Foto: Nasa/Divulgação Furos nas rodas da sonda Curiosity têm sua utilidade - mas formato não foi escolhido ao acaso
Foto: Nasa/Divulgação

    O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) - que é ligado à Nasa, mas tem administração independente - falou sobre os símbolos nas rodas do robô Curiosity e outros detalhes que não envolvem necessariamente pesquisa científica. Quando a sonda circula por Marte, ela deixa no solo, em código morse, as letras J, P e L.
     Ao jornal Daily Mail, Matthew Heverly um dos líderes da missão fala que realmente lá está o código morse. Procurado pelo Terra, o pesquisador brasileiro Nilton O. Rennó, que trabalha na equipe da Curiosity, disse em um primeiro momento não saber do código morse. Mas, depois, respondeu: "Chequei as marcas nas rodas da Curiosity. Você estava certo, os furos para fixá-la durante a viagem imprimem o nome do JPL em código morse."
     "Nós colocamos intencionalmente aqueles furos nas rodas para deixar um rastro único em Marte", diz Heverly. Ele explica que as marcas servem também para calcular a distância percorrida e a posição do robô. Rennó afirma que os buracos, durante a viagem, foram usados para ajudar a prender a sonda na nave espacial.

    Estamos, novamente, surpresos com mais esta criativa utilização do código Morse e com a convicção de que devemos continuar em nosso trabalho de divulgar "a magia dos pontos e traços".

   Para a notícia no site da NASA acesse: http://www.nasa.gov/mission_pages/msl/news/msl20120829f.html

Porto Alegre-RS, 14 de novembro de 2012.
Gentil César Bruscato - 1º Ten QAO
Coordenador do Clube Rádio do CMPA

   

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O Código Morse está no espaço.



Quando muitos pensavam que o Código Morse estava em descompasso com as complexas tecnologias de nosso tempo satelital, ou até mesmo em total desuso, diferentemente de nós do Clube de Radioamadores do CMPA, eis que um experimento japonês evidencia mais uma das incontáveis maneiras de de usar uma ideia genial.

Aliás, aprender código Morse, dentro em breve, poderá ser feito olhando para o céu. O Instituto de Tecnologia Fukuoka do Japão, sigla JAXA, em inglês, lançou o FITSAT-1 (NIWAKA), uma missão experimental para testar a possibilidade de comunicação óptica por satélite. Que consta de pequenos satélites cúbicos com 10 centímetros de aresta dotados de LEDs  de alta energia produzindo pulsos de 200 W gerando flashes muito brilhantes para que se pareçam em brilho com uma estrela artificial. É esperado que estes mini satélites possam ser observados com a vista desarmada ou com binóculos pequenos.

 Mas o mais sensacional é que os flashes dos LEDs vão escrever mensagens no céu noturno em código Morse. Para quem pensava que o Código Morse havia se desconectado de utilização tecnológica ou mesmo sido desativado, bem, olhem para os céus e quando virem os LEDs NIWAKA acendendo nos procurem. Com a maior alegria lhes indicaremos como aprender “a magia dos pontos e traços”, a telegrefia. Para maiores informações acesse http://www.fit.ac.jp/~tanaka/fitsat.shtml.





A sequência de pontos e traços desenhados na imagem acima se nos apresenta desconexa, como se fosse um teste ou uma simulação, pois quatro traços representam as letras CH no código Morse original, após um sinal especial de serviço que aglutina as letras AR e significa fim de mensagem, depois seguem as letras C E R N E E.

Alguns de vocês devem estar se perguntando. "Como foram ter esta ideia? Será que há algum radioamador no Instituto de Tecnologia de Fukuoka?"  Sim o responsável pelo experimento Sr. Takushi Tanaka de indicativo JA6AVG, desde já nosso novo ídolo.


Imagens obtidas no sítio do  Instituto de Tecnologia Fukuoka.

Porto Alegre-RS, 12 de novembro de 2012
Gentil César Bruscato - 1º Ten QAO
Coordenador do Clube de Radioamadores do CMPA

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Estação Rádio do CMPA realiza contato com Ilha do Oceano Pacífico

  O radioamadorismo é uma atividade de desenvolvimento técnico na área de transmissão e recepção de ondas de rádio. Há várias categorias de sinais rádio, sendo os principais, SSB (fonia) e CW (telegrafia), além de sinais digitais onde um PC é acoplado ao equipamento rádio, sinais de TV e as experiências de reflexão lunar conhecidas com EME (Earth-Moon-Earth) onde se transmite um sinal de rádio em direção a Lua e recebe-se o sinal refletido pela Lua.
   Mas há uma atividade chamada de expedição de radioamadores para locais do planeta onde, normalmente, não existe esta atividade são conhecidas no meio rádio com DXExpeditions, traduzindo algo como expedições distantes.
   No mês de outubro de 2012, entre os dias 16 e 25, um grupo de dez aventureiros radioamadores  brasileiros organizaram uma expedição para a Ilha de Kiribati no Oceano Pacífico. Quando estas expedições acontecem são considerados "O Acontecimento" para os radioamadores de todo o mundo, pois esta pode ser a única oportunidade em décadas para se realizar contato rádio com este local do planeta.
  Dentre os radioamadores participantes desta expedição, um deles, é para nós do Clube de Radioamadores do CMPA, muito especial, que possui o indicativo rádio PY3MM, Miguel Renato Bulcão Zimmermann, reponsável técnico pela Estação Rádio PY3CM, do Colégio MIlitar de Porto Alegre. Pessoa sem a qual não teria sido possível ser o que hoje é o Clube Rádio CMPA, por toda sua colaboração e apoio.
   Mas para nós que em Porto Alegre estamos ficou um grande desafio, qual seja conseguir efetuar contato com rádio com a distante Ilha de Kiribati, cujo indicativo de trabalho da estação rádio é T30PY. Imbuídos de vencer ste desafio o coordenador do Clube, 1º Ten Gentil César Bruscato (PY3TT), aluno Nicolau Pereira Alff (PU3NPA) e ex-aluno Lucas Torales Azeredo (PU3LTA), tentamos contato rádio usando as antenas da estação rádio PY3MHZ da Escola Técnica Parobé, sem sucesso. A nova tentativa ocorreu no campo de antenas do 1º CTA, na noite de 18 para 19 de outubro. Utilizando equipamento rádio YAESU 450 do ex-aluno Azeredo e antena HI-GAIN, devidamente direcionada para Noroeste fomos bem sucedidos em contactar o disputado indicativo T30PY no modo telegrafia às 00h 40min do dia 19 de outubro de 2012, na frequência de 18.084 MHz, um verdadeiro troféu para nosso clube.
   Para os que se interessarem em maiores informações pode-se acessar o link http://www.mdxc.org/t30py/
   Colocamos aqui no nosso blog uma foto da equipe da expedição brasileira na Ilha de Kiribati.
   Parabéns aos abnegados radioamadores que destacam o Brasil no exterior.
   Forte 73.